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Amor de Deus O Amor de Deus

O Amor de Deus

Na primeira epístola de João, o apóstolo apresenta Jesus como a palavra da vida, a testificação da vida que estava com o Pai e foi manifestada, a comunhão com o Pai e com seu filho Jesus Cristo; como fiel e justo, e o único que pode perdoar pecados. Ele fala do Pai amoroso que perdoa. Ele apresenta Cristo como aquele que já sofreu as consequências, que foi propiciação pelos pecados do homem. Ele afirma que se deve conhece-Lo e se isto for verdade, a obediência é uma consequência deste conhecimento, e o amor fraternal é aperfeiçoado, ou seja, a prática do bem ao seu próximo; Na Luz aonde deve estar, não há lugar para ódio. Quem estar em Cristo, já venceu o maligno, portanto a força do mal não prevalece. O que o mundo oferece é passageiro, mas aquele que faz a vontade de Deus permanece para sempre. Temos que ter cuidado com aqueles que negam que Jesus é o Cristo; quem nega que Jesus é o Cristo, este é o anticristo; aquele que confessa publicamente o Filho, tem também o Pai. Os verdadeiros filhos de Deus praticam a justiça. O imenso amor do Pai está expresso no fato de sermos chamados de seus filhos; quem é filho, nascido de Deus, não vive na prática do pecado; devemos amar uns aos outros e vivermos em comunhão; este amor deve ser expresso por atitudes de bondade. Deus nos concedeu a vida eterna e esta vida está em seu filho (I Jo 5.22); quem tem o Filho de Deus tem a vida.

O plano original do Eterno é implantar no coração do homem este amor que foi separado no Eden; Ele destina o Seu Filho Jesus Cristo para cumprir o seu propósito de redenção, revelado em testemunho mediante a palavra da vida. Após ter sido anunciado ao mundo a boa nova do evangelho, que consiste na morte, sepultamento e ressurreição de Jesus, o amor é apresentado na forma de uma relação de paternidade; um Pai que cuida do seu filho desde o seu nascimento quando o chama de meus filhinhos; auxilia, alimenta, cuida, protege, ensina; se entrega a uma vida de intimidade; tudo isso vem acompanhado de influências; o Pai não apenas ensina mas dá o exemplo; foi isso que fez Jesus: ensinou, alimentou, conduziu; enfrentou oposições; em nenhum momento se intimidou; agregou 12 discípulos dos quais apenas um se desviou e outros muitos que o seguiram; o amor do Pai em ação mudou completamente o tempo e o rumo da humanidade.

Um dos mais sábios conselhos do apóstolo em sua epístola foi: não ameis o mundo e nem o que nele há (I Jo 2.15); a concupiscência da carne, a concupiscência dos olhos, a soberba da vida, não é do Pai, mas do mundo; ame a Deus e ao seu próximo; viva nEle; fortaleça-se no conhecimento; estimule e seja estimulado à obediência na palavra de Deus. Como filhos, devemos parecer com Ele. A esperança para todos os que decidem purificar-se, para os que se recusam a dar-se a prática do pecado, é a vida eterna. “Aquele que tem o filho tem a vida, aquele que não tem o filho de Deus não tem a vida”(I Jo 5.12). O Filho de Deus se manifestou para desfazer as obras do mal; o seu amor nos livrou das cadeias, dos grilhões. Só precisamos crer na sua palavra e obedecê-Lo.

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